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sábado, 16 de abril de 2011

CINDERELA - por Daniela Rosenthal

Frase da Cláudia (revista): "Não é pq está em plena batalha pelo sucesso que vai deixar de lado a autoestima e aparência".
Cinderela era uma moça trabalhadeira, simpática e honesta, mas só conquistou o príncipe depois de trocar os farrapos por um belo vestido e sapatinhos de cristal."
Eu pessoalmente, acho a Cinderela uma porca...
Meu, a mina dormia com barata, rato e vários outros bichos que nem tomavam banho, igual ela.
Alguém ouviu alguém falar que a Cinderela tomou banho antes de entrar na carruagem na hora que chegou a fada com aqueles dizeres:
-“Onde foi mesmo que eu enfiei a minha varinha de condão?”
E na hora de experimentar o sapatinho alguém notou se ela ao menos limpou os pés?
Pois é, ou eu trabalho igual alguém que na outra encarnação matou alguém a facadas ou eu passo o dia me arrumando pra encontrar a porra do principe que imagina só...nem sonha com a camisola rasgada que tenho dormido ultimamente.
Aliás, onde foi mesmo que a Cinderela enfiou as olheiras dela hein???

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A BOMBA PEIDOGÊNICA

Você já pensou no seu local de trabalho como se fosse um front de batalha?
Já sentiu vontade de colocar o seu chapéu de viking e seguir a caminho da empresa?
Fica tranquilo! Segundo uma enquete que acabei de fazer - na verdade perguntei pra uma pessoa apenas, mas de extrema confiança!! - você, que já pensou nisso tudo, é N O R M A L.
Mesmo aqueles que adoram o que fazem têm o seu dia de luta. Deve ser por isso que trabalho é sinônimo de "luta", "lida", "labuta", nomes fortes de batalha, de defesa e ataque, de combate.
Imagina um amigo ligando pro outro no escritório ou mandando um torpedinho via celular: "e aí cara, tudo bem? No trampo?"
E a respota: "hoje tá f... tô aqui no front combatendo os inimigos, muito serviço, minha lança-bic não tá sendo suficiente".
No que o amigo prontamente responde: "olha, hoje você vai ter que se virar sozinho, não vai dar pra parar pro rango porque os inimigos estão invadindo tudo aqui! Tô sem reforços!".
Passa um tempo de silêncio, quando o amigo recebe outro torpedo: " o Tentente Oliveira (no caso um terceiro amigo, da turma) foi combater hoje?"
E recebe prontamente: "o Tentente Oliveira está no turno da batalha vespertina, sabe como é... tempos de guerra..."
Passa mais um tempo e ele manda: "Putz, soltei uma bomba peidogênica aqui no recinto! Campo evacuado, INIMIGOS MORTOS!!! Se quiser, posso mandar um pelotão de reforço com essa munição - teve atum no refeitório do batalhão."
Diante do teor da última informação segue um silêncio profundo... O amigo por via das dúvidas acha prudente não dar mais corda e acaba com a brincadeira. Vai que alguém se machuca!
Esse diálogo poderia muito bem caber num contexto medieval não é mesmo?
Evoluimos? Ou estamos ainda na Idade Média?