Tô cansada, chateada e com saudades dos meus cachorros.
Antes tinha os pombos que vinham me visitar. Um casal muito simpático. Tiveram até um filhotinho que nasceu embaixo da Survivor, a minha planta. Ele voou (ou caiu, não sei precisar!) num bonito dia de Natal.
No ano seguinte o casal voltou ao local da desova, mas resolveram que todos os dias às 5 da manhã iam fazer saliências embaixo da Survivor. ...
Não aguentamos. Um dia bati umas tampas de panela bem na hora da azaração e eles voaram. E nunca mais voltaram. E eu tomei uma multa do condomínio por bater panelas às 5 da manhã.
O fato é que nunca mais voltaram, o que foi comemorado com muita alegria por mim e Survivor, que pela primeira vez floriu. Mas floriu muito! Flores amarelas.
Só que agora a Survivor está de mau humor e recolheu as flores todas. Eu nem tô tentando puxar papo com ela porque ela não está para conversas ultimamente.
Por mim posso dizer que estou cansada, particularmente chateada hoje, sem ninguém pra falar... mas não estou com saudades dos pombos.
Estou com saudades dos meus cachorros!
Expectativas... Estamos todo o tempo tentando evitá-las, mas ninguém - e não adianta se enganar! - NINGUÉM vive totalmente livre delas... Em grandes cidades como São Paulo passamos horas intermináveis no trânsito e - muitas vezes sem perceber! - criamos, elaboramos, desenvolvemos teorias e... EXPECTATIVAS! E sim, escrevo no português de antes da revolução chatográfica. Adoro isso!
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domingo, 9 de novembro de 2014
terça-feira, 5 de junho de 2012
A POMBA
Hoje estava indo para o trabalho e de novo me aconteceu: uma pomba atravessou a rua à pé. Bem na minha frente!
Aí como sempre, fiquei me perguntando: porra, se a pomba voa, por que atravessar o trânsito caótico da cidade de São Paulo à pé? Sofrendo inclusive a possibilidade de um acidente fatal e tudo?
E novamente me veio a sensação de que os seres vivos não estão usando na realidade a totalidade de seus potenciais.
Haja visto a pomba!
Aí como sempre, fiquei me perguntando: porra, se a pomba voa, por que atravessar o trânsito caótico da cidade de São Paulo à pé? Sofrendo inclusive a possibilidade de um acidente fatal e tudo?
E novamente me veio a sensação de que os seres vivos não estão usando na realidade a totalidade de seus potenciais.
Haja visto a pomba!
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