Pratico atividade física visando ao bem-estar. Costumo dizer, com freqüência, aquilo que se faz pela saúde acaba por brindar a estética, benefícios adicionais e muito bem-vindos, afinal, vaidade não é pecado. Ainda mais em se tratando do sexo frágil. Tão frágil este sexo que pratica com regularidade e disciplina atividade aeróbica, musculação, desenvolve consciência corporal e, de quebra, diverte-se. Desenvolvi nos últimos anos uma curiosidade pela defesa pessoal, curiosidade transformada aos poucos em uma de minhas paixões. Nada a ver com artes marciais, elegância ou ética. Luta mesmo, corpo a corpo, que vença o melhor. Em razão de certa dificuldade em encontrar o instrutor ideal, iniciei com aulas de boxe. Fantásticas. Devo dizer que isto se deve ao Ricardo. Mais esta, obrigada, muito obrigada. Ao Ricardo.
De início sem o mínimo jeito para a coisa, aprendi o que era um golpe direto, cruzado, gancho e me envolvi em cada execução de exercícios, às vezes imaginando um adversário real, às vezes nem isso. Como preocupação apenas não me machucar. Apaixonante, sem dúvida. Desta forma foi que também aprendi o significado direto da palavra endorfina. Recomendo a todas as pessoas, agitadas ou simplesmente estressadas, ou ainda a pessoas casadas de boa índole que jamais, jamais pensariam em fazer algum mal ao parceiro.
Há algumas semanas, para deleite dos assíduos, compareceu ao ringue ninguém menos que Popó, Acelino Popó,expressão maior do pugilismo nacional e hoje deputado federal pela Bahia. Pois bem, enquanto trocava de roupa no vestiário, preocupada em usar alguma peça mais estruturada e que não me limitasse os movimentos, deparei-me com uma cena, no mínimo, cômica. Algumas jovens e belas praticantes estavam a se maquilar. Naturalmente aguardavam pelas emissoras de televisão, desnecessário comentar sua presença diante das câmeras.
Acho que sou extra-terrestre.
Expectativas... Estamos todo o tempo tentando evitá-las, mas ninguém - e não adianta se enganar! - NINGUÉM vive totalmente livre delas... Em grandes cidades como São Paulo passamos horas intermináveis no trânsito e - muitas vezes sem perceber! - criamos, elaboramos, desenvolvemos teorias e... EXPECTATIVAS! E sim, escrevo no português de antes da revolução chatográfica. Adoro isso!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
A Mala de Mão - por Luna
Quanto sua bagagem de mão pode revelar sobre você? Não que este assunto seja relevante, ou que vá a sugerir segredo oculto no recôndito de... de... da sua frasqueira, ou valise. Às vezes, é claro, o conteúdo é bastante óbvio, se você for, por exemplo, um executivo, ou advogado.
Notebook, net book, ipad, indutores do sono, estas coisas imprescindíveis da vida moderna. Vez ou outra, um agasalho elegante. Maquilagem, não, mesmo que você seja mulher, vai melhor acondicionada na bolsa. Isto se você estiver a trabalho, porque se for turista...
Turista: quero render-lhe homenagem. Souvenires, bombons, perfumes, maquilagem, lembrança para a sogra, talvez uma pequena jóia para a afilhada adolescente, eletroeletrônicos, uma peça de moletom, quiçá uma muda de roupa para os mais precavidos, algo para o estômago, enxaqueca, cólicas, ufa. Isto se não houver um bebê ou criança pequena.
Conheço uma mãe desvelada que se arriscou em vôo transatlântico com nada menos que dezessete bonecas, havia para todos os gostos. E o cachorrinho? O ursinho? Aquela manta, o Juninho não dorme sem.
Na atualidade, alguém aconselharia álcool-gel. E o hidratante? Protetor labial? O ar a bordo é muito seco. Ok, se for mulher, lá está ele no nécessaire, dentro da bolsa, se for homem, ou nem tanto, na... bagagem de mão, oras!
Um bom livro, uma revista importada, palavras cruzadas, caneta, de suma necessidade antes do desembarque internacional. Voltando ao turista, vouchers. Toda a descrição do itinerário. Guias de turismo, em português e inglês, às vezes espanhol também. Dicionário de russo básico, húngaro em dez lições. Com traduções para o inglês.
Notebook, net book, ipad, indutores do sono, estas coisas imprescindíveis da vida moderna. Vez ou outra, um agasalho elegante. Maquilagem, não, mesmo que você seja mulher, vai melhor acondicionada na bolsa. Isto se você estiver a trabalho, porque se for turista...
Turista: quero render-lhe homenagem. Souvenires, bombons, perfumes, maquilagem, lembrança para a sogra, talvez uma pequena jóia para a afilhada adolescente, eletroeletrônicos, uma peça de moletom, quiçá uma muda de roupa para os mais precavidos, algo para o estômago, enxaqueca, cólicas, ufa. Isto se não houver um bebê ou criança pequena.
Conheço uma mãe desvelada que se arriscou em vôo transatlântico com nada menos que dezessete bonecas, havia para todos os gostos. E o cachorrinho? O ursinho? Aquela manta, o Juninho não dorme sem.
Na atualidade, alguém aconselharia álcool-gel. E o hidratante? Protetor labial? O ar a bordo é muito seco. Ok, se for mulher, lá está ele no nécessaire, dentro da bolsa, se for homem, ou nem tanto, na... bagagem de mão, oras!
Um bom livro, uma revista importada, palavras cruzadas, caneta, de suma necessidade antes do desembarque internacional. Voltando ao turista, vouchers. Toda a descrição do itinerário. Guias de turismo, em português e inglês, às vezes espanhol também. Dicionário de russo básico, húngaro em dez lições. Com traduções para o inglês.
E, por falar em inglês, hoje mesmo vi um outdoor com propaganda de cursos de inglês e espanhol em vinte e seis lições. Maravilha, mas isto terá de ficar para a próxima, porque apesar de todos estes anos ainda não sou uma expertise...
domingo, 17 de abril de 2011
O CACHORRO SEMPRE SABE!
São quase 2 da manhã...
Eu estava aqui jogando um joguinho pela minha rede social quando me dei conta de um fato: tem coisas que só o meu cachorro sabe!
Eu estava aqui jogando um joguinho pela minha rede social quando me dei conta de um fato: tem coisas que só o meu cachorro sabe!
Coisas que variam de realmente importantes à simplesmente banais.
Imagina os outros cachorros por aí!
Imagina os outros cachorros por aí!
Deus quando criou o cachorro deve ter pensado nisso porque se o cachorro falasse com certeza teríamos muito mais revistas de fofocas.
sábado, 16 de abril de 2011
MEU CORPO
Ontem encontrei uma amiga de infância e depois de muita conversa e comida japonesa entramos naquele obscuro campo dos sentimentos confusos que a idade nos oferece.
Estou me referindo à sentimentos físicos, somáticos!
Me lembrei do dia em que atravessando a rua com um velho amigo (velho mesmo), este me disse com toda a convicção do mundo que depois de uma certa idade tudo doía. Na época nem dei muita importância e segui caminhando com a certeza de que isso nunca aconteceria comigo.
Doce ilusão... um dia acordei e o meu corpo - sem nenhum aviso prévio! - resolveu que não iria me acompanhar. Juro que insisti, ofereci chocolate, doces diversos, tudo de melhor que tinha na geladeira, mas ele não veio! Ficou deitado o dia inteirinho e nem quis segurar um livro pros meus olhos passarem uma tarde lúdica.
E foi justamente isso que minha amiga me disse ontem. De um dia para o outro, sem avisos de alerta, os seus pés começaram a inchar e o corpo começou a mudar em uma série de ítens que deveriam durar até o fim da bateria!
Não se produz mais corpos como antigamente. O meu por exemplo, depois da primeira rebelião (supra-citada) só vai onde ele quer... criou uma espécie de vontade própria. Quando ele não quer, responde com dores nunca antes sentidas e me faz andar como um robô sem óleo nas dobradiças até que eu ceda às suas vontades. Ele se auto-flagela! É incrível.
Meu corpo é de um caráter excessivamente dominante e no momento está envolvido num processo romanesco de possessão da minha mente que pelo jeito está dando certo.
CINDERELA - por Daniela Rosenthal
Frase da Cláudia (revista): "Não é pq está em plena batalha pelo sucesso que vai deixar de lado a autoestima e aparência".
Cinderela era uma moça trabalhadeira, simpática e honesta, mas só conquistou o príncipe depois de trocar os farrapos por um belo vestido e sapatinhos de cristal."
Eu pessoalmente, acho a Cinderela uma porca...
Meu, a mina dormia com barata, rato e vários outros bichos que nem tomavam banho, igual ela.
Alguém ouviu alguém falar que a Cinderela tomou banho antes de entrar na carruagem na hora que chegou a fada com aqueles dizeres:
-“Onde foi mesmo que eu enfiei a minha varinha de condão?”
E na hora de experimentar o sapatinho alguém notou se ela ao menos limpou os pés?
Pois é, ou eu trabalho igual alguém que na outra encarnação matou alguém a facadas ou eu passo o dia me arrumando pra encontrar a porra do principe que imagina só...nem sonha com a camisola rasgada que tenho dormido ultimamente.
Aliás, onde foi mesmo que a Cinderela enfiou as olheiras dela hein???
quinta-feira, 7 de abril de 2011
COISAS ACUMULADAS
Juntamos inutilidades durante toda a nossa vida.
E deixamos rastros quando nos mudamos.
Às vezes guardamos coisas das quais nem nos lembramos, coisas inúteis que nunca vamos precisar e que nunca mais sequer olhamos.
Quando faço malas pra passar alguns dias distante , sempre me surpreendo com a pequena quantidade de coisas que considero indispensáveis para a minha sobrevivência em terrenos estranhos. É lógico que depois adiciono quase tudo o que a mim pertence e saio de casa com excesso de bagagem, mas as primeiras coisas que junto para levar são sempre poucas e tenho a certeza de que viveria completamente feliz com essa pequena reserva de objetos essenciais.
Em suma, acho que somos colecionadores natos, mas gostaria imensamente de enfatizar o quanto faz bem jogar tudo fora.
Confesso que tenho dificuldades em me livrar das minhas "coleções", mas quando consigo jogar fora ou reciclar quanquer coisa, por mais ínfima que seja, sinto uma leveza interna que quase me faz esquecer dos meus 10 Kg ganhos recentemente. É como tomar Prozac.
O computador também incita ao colecionismo. Por exemplo, quantos contatos você tem na sua agenda? Naquele programinha insuportável que é o msn? Tente bloquear os contatos dos chatos do msn e depois me diga se você não se sentiu muito bem!
Se a gente for contar tudo que realmente importa materialmente e sentimentalmente falando, não leva de casa mais do que um saquinho de supermercado - às vezes nem isso! E as coisas não fazem a mínima falta porque no momento seguinte começamos a acumular outras.
A vida é assim...
E deixamos rastros quando nos mudamos.
Às vezes guardamos coisas das quais nem nos lembramos, coisas inúteis que nunca vamos precisar e que nunca mais sequer olhamos.
Quando faço malas pra passar alguns dias distante , sempre me surpreendo com a pequena quantidade de coisas que considero indispensáveis para a minha sobrevivência em terrenos estranhos. É lógico que depois adiciono quase tudo o que a mim pertence e saio de casa com excesso de bagagem, mas as primeiras coisas que junto para levar são sempre poucas e tenho a certeza de que viveria completamente feliz com essa pequena reserva de objetos essenciais.
Em suma, acho que somos colecionadores natos, mas gostaria imensamente de enfatizar o quanto faz bem jogar tudo fora.
Confesso que tenho dificuldades em me livrar das minhas "coleções", mas quando consigo jogar fora ou reciclar quanquer coisa, por mais ínfima que seja, sinto uma leveza interna que quase me faz esquecer dos meus 10 Kg ganhos recentemente. É como tomar Prozac.
O computador também incita ao colecionismo. Por exemplo, quantos contatos você tem na sua agenda? Naquele programinha insuportável que é o msn? Tente bloquear os contatos dos chatos do msn e depois me diga se você não se sentiu muito bem!
Se a gente for contar tudo que realmente importa materialmente e sentimentalmente falando, não leva de casa mais do que um saquinho de supermercado - às vezes nem isso! E as coisas não fazem a mínima falta porque no momento seguinte começamos a acumular outras.
A vida é assim...
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
APONTAMENTOS
Cada vez que eu me olho no espelho fico abismada com o montante de transformações que a minha cara - e o meu corpo - sofreram ao longo destes últimos meses.
Praticamente sou outra pessoa, esteticamente bem diferente do que eu era... pelo menos pra mim!
O curioso é que alguma coisa em mim deve ter permanecido igual, pois as pessoas ainda me cumprimentam na rua...
Vai saber...
Praticamente sou outra pessoa, esteticamente bem diferente do que eu era... pelo menos pra mim!
O curioso é que alguma coisa em mim deve ter permanecido igual, pois as pessoas ainda me cumprimentam na rua...
Vai saber...
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
ENCHENTES x INCÊNDIO
Lendo as últimas notícias referentes às tragédias que se abateram sobre o Rio de Janeiro, duas coisas me chamaram a atenção: o "luto" pelas escolas de samba incendiadas e a enormidade da verba destinada à reconfecção de fantasias e reconstrução de carros alegóricos.
Então vamos aos fatos.
Com tantas vítimas resultantes dos desmoronamentos recentes na região serrana do Rio de Janeiro, me admira alguém decretar "luto" por um incêndio – triste, claro – onde não houve uma vítima sequer.
E por que o governo destina tanta verba para a reconstrução de alegorias de 3 escolas de samba? Não tenho nada contra as escolas e até acho muito bonito o carnaval do Rio.
Fiquei triste também ao ver o trabalho de um ano inteiro destruído em um incêndio desta magnitude, mas não posso deixar de pensar que existem outras escolas do primeiro grupo que podem muito bem suprir os buracos que 3 escolas venham a deixar se não desfilarem este ano.
O compromisso turístico será com certeza mantido e o carnaval não menos bonito por causa disso.
Fico, no entanto, muito mais triste por aqueles que perderam seus familiares, amigos, animais de estimação, além de bens materiais, nos desastres que acompanhamos dia a dia pelo noticiário. Desastre este que poderia ter sido minimizado se o governo ou a defesa civil agisse com mínima consideração pela população que dizem representar.
É claro, reitero, que tenho pena das escolas e dos trabalhadores, artesãos e pessoas das comunidades afetadas, mas acidentes acontecem e assim, este ano, devido a este incêndio, 3 escolas prejudicadas poderiam se conformar em não desfilar.
O dinheiro destinado à reconstrução das escolas, que nunca restabelecerão a grandiosidade destruída pelas chamas, poderia ser redirecionado às vítimas da região serrana.
E as comunidades afetadas pelo fogo poderiam unir esforços e já que estão com tanta vontade de reconstruir alguma coisa, com orientação das entidades responsáveis, poderiam ser deslocadas para a região serrana e ajudar a quem realmente precisa de ajuda.
Então vamos aos fatos.
Com tantas vítimas resultantes dos desmoronamentos recentes na região serrana do Rio de Janeiro, me admira alguém decretar "luto" por um incêndio – triste, claro – onde não houve uma vítima sequer.
E por que o governo destina tanta verba para a reconstrução de alegorias de 3 escolas de samba? Não tenho nada contra as escolas e até acho muito bonito o carnaval do Rio.
Fiquei triste também ao ver o trabalho de um ano inteiro destruído em um incêndio desta magnitude, mas não posso deixar de pensar que existem outras escolas do primeiro grupo que podem muito bem suprir os buracos que 3 escolas venham a deixar se não desfilarem este ano.
O compromisso turístico será com certeza mantido e o carnaval não menos bonito por causa disso.
Fico, no entanto, muito mais triste por aqueles que perderam seus familiares, amigos, animais de estimação, além de bens materiais, nos desastres que acompanhamos dia a dia pelo noticiário. Desastre este que poderia ter sido minimizado se o governo ou a defesa civil agisse com mínima consideração pela população que dizem representar.
É claro, reitero, que tenho pena das escolas e dos trabalhadores, artesãos e pessoas das comunidades afetadas, mas acidentes acontecem e assim, este ano, devido a este incêndio, 3 escolas prejudicadas poderiam se conformar em não desfilar.
O dinheiro destinado à reconstrução das escolas, que nunca restabelecerão a grandiosidade destruída pelas chamas, poderia ser redirecionado às vítimas da região serrana.
E as comunidades afetadas pelo fogo poderiam unir esforços e já que estão com tanta vontade de reconstruir alguma coisa, com orientação das entidades responsáveis, poderiam ser deslocadas para a região serrana e ajudar a quem realmente precisa de ajuda.
sábado, 1 de janeiro de 2011
SUCO DE LARANJA... SEM GELO!
Por algum motivo que não sei explicar, atendentes e garçons de um modo geral tem a capacidade de fixar a última palavra do nosso pedido. E devido à essa maravilhosa capacidade descobri que é melhor a gente nunca falar o que não queremos no nosso sanduíche ou na nossa bebida.
Se você quiser um suco sem gelo, não fale nada. Com um pouco de sorte eles podem esquecer de colocar pedras de gelo no seu suco. Agora... se você falar que não quer gelo, essa palavrinha gelo provavelmente vai ficar incendiando a mente do garçom e piscando como se fosse um letreiro luminoso vai chegar à cozinha, e a única coisa que o cara vai lembrar quando pegar o seu suco será colocar as benditas pedrinhas de gelo para sua total satisfação e conforto. E ai de você se reclamar. Pedir pra tirar nem pensar!
Quer outro exemplo? Experimenta pedir um sanduíche SEM provolone. O provolone vai brilhar piscando e faiscando sobre cada passada cerebral da memória do seu pedido e aposto! você vai comer o melhor sanduíche de provolone jamais servido naquele moquifo.
Portanto, ao fazer o pedido, nunca revele o que não te apetece. Com um pouco de sorte eles esquecem de colocar a pimenta.
Se você quiser um suco sem gelo, não fale nada. Com um pouco de sorte eles podem esquecer de colocar pedras de gelo no seu suco. Agora... se você falar que não quer gelo, essa palavrinha gelo provavelmente vai ficar incendiando a mente do garçom e piscando como se fosse um letreiro luminoso vai chegar à cozinha, e a única coisa que o cara vai lembrar quando pegar o seu suco será colocar as benditas pedrinhas de gelo para sua total satisfação e conforto. E ai de você se reclamar. Pedir pra tirar nem pensar!
Quer outro exemplo? Experimenta pedir um sanduíche SEM provolone. O provolone vai brilhar piscando e faiscando sobre cada passada cerebral da memória do seu pedido e aposto! você vai comer o melhor sanduíche de provolone jamais servido naquele moquifo.
Portanto, ao fazer o pedido, nunca revele o que não te apetece. Com um pouco de sorte eles esquecem de colocar a pimenta.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
ANGELOLOGIA
O que há de comum entre os povos?
Já repararam que entre as civilizações encontradas e relatadas existe em comum o fato de acreditarem em uma instituição superior? Em qualquer povo que se preze há um ou vários Deus ou deuses. Aposto que se hoje encontrarem uma tribo perdida no meio da selva amazônica, eles vão ter alguma espécia de crença em entidades espirituais. O mesmo para maias, incas e astecas, e todo mundo.
Os espíritos, deuses ou como queiram chamar, podem assumir diversas formas, mas sempre estão presentes como entidades que servem para explicar o inexplicável. Respeito os ateus e em certo aspecto posso me considerar em parte pertencente a este grupo, mas admito que a religião ainda é necessária dentro das comunidades. Ela responde perguntas sem respostas, cala os medos e serve para colocar certa ordem dentro da comunidade, sendo as entidades frequentemente observadas como supremas e punitivas.
Não sou nenhuma estudiosa do assunto, mas observando a história constato como era frequente a comunicação entre Deus ou deuses ou até mesmo anjos com a raça humana no início da criação. Hoje em dia é muito mais difícil de acreditar que alguém viu um anjo, principalmente porque para prová-lo, o mortal teria que passar por diversos testes de sanidade mental.
Onde eu quero chegar?... Repito que não sou estudiosa e que esta teoria pode muito bem já ter sido descrita em algum momento, mas por que não aventar a hipótese de que os anjos ou os deuses ou qualquer uma destas entidades espirituais, possam ser criaturas superiores, talvez até de outros mundos, que em algum momento de nosso desenvolvimento como humanos entraram em contato conosco para orientar-nos no sentido de nosso desenvolvimento como espécie?
Talvez este planeta seja uma grande placa de ágar onde outras espécies fazem experiências de criação. Teoria de microcosmo? Sei lá... E pode muito bem ser possível que durante as experiências iniciais alguns "cientistas" vieram aqui pessoalmente para conversar com a nova raça ou para dar certa ordem ao caos que estava se formando ou para orientar determinados tipos de comportamento. As figuras dos profetas, com suas longas barbas ou dos anjos como originalmente descritos, com várias cabeças, poderiam se referir a outros seres, de outros planetas onde as formas de vida são desconhecidas por nós. Os anjos caídos como descritos nas escrituras podem também referir-se a seres banidos em nosso planeta, criaturas isoladas numa cominudade em formação como forma de penitência. E como por aqui se encontravam, por aqui sobreviveram, procriaram mistos com a raça humana e determinaram regras, modos de vida, punições, maldades ou bondades...
Se algumas coisa foi descrita, então é porque alguma coisa aconteceu. Se houveram descrições de visitas e conversas com entidades superiores em tempos ancestrais, é porque realmente houve algo. E por que não acreditar que antigamente outras espécies, talvez aqueles que nos colocaram aqui, estiveram aqui para nos observar e orientar, e utilizar este planeta para excretar suas personas non gratas na forma de "anjos caídos" tal qual os conhecemos?
A megalomania humana por vezes nos faz crer que estamos sozinhos no universo. Quanta besteira.
E por que ninguém mais conversa com anjos ou Deus ou deuses como se fazia antigamente? Talvez porque a experiência na "placa de ágar" tenha atingido um nível tal de auto-suficiência que tenha perdido o interesse, ou que esteja caminhando sozinha não necessitando de interferência externa mas somente de uma observação esporádica.
Já repararam que entre as civilizações encontradas e relatadas existe em comum o fato de acreditarem em uma instituição superior? Em qualquer povo que se preze há um ou vários Deus ou deuses. Aposto que se hoje encontrarem uma tribo perdida no meio da selva amazônica, eles vão ter alguma espécia de crença em entidades espirituais. O mesmo para maias, incas e astecas, e todo mundo.
Os espíritos, deuses ou como queiram chamar, podem assumir diversas formas, mas sempre estão presentes como entidades que servem para explicar o inexplicável. Respeito os ateus e em certo aspecto posso me considerar em parte pertencente a este grupo, mas admito que a religião ainda é necessária dentro das comunidades. Ela responde perguntas sem respostas, cala os medos e serve para colocar certa ordem dentro da comunidade, sendo as entidades frequentemente observadas como supremas e punitivas.
Não sou nenhuma estudiosa do assunto, mas observando a história constato como era frequente a comunicação entre Deus ou deuses ou até mesmo anjos com a raça humana no início da criação. Hoje em dia é muito mais difícil de acreditar que alguém viu um anjo, principalmente porque para prová-lo, o mortal teria que passar por diversos testes de sanidade mental.
Onde eu quero chegar?... Repito que não sou estudiosa e que esta teoria pode muito bem já ter sido descrita em algum momento, mas por que não aventar a hipótese de que os anjos ou os deuses ou qualquer uma destas entidades espirituais, possam ser criaturas superiores, talvez até de outros mundos, que em algum momento de nosso desenvolvimento como humanos entraram em contato conosco para orientar-nos no sentido de nosso desenvolvimento como espécie?
Talvez este planeta seja uma grande placa de ágar onde outras espécies fazem experiências de criação. Teoria de microcosmo? Sei lá... E pode muito bem ser possível que durante as experiências iniciais alguns "cientistas" vieram aqui pessoalmente para conversar com a nova raça ou para dar certa ordem ao caos que estava se formando ou para orientar determinados tipos de comportamento. As figuras dos profetas, com suas longas barbas ou dos anjos como originalmente descritos, com várias cabeças, poderiam se referir a outros seres, de outros planetas onde as formas de vida são desconhecidas por nós. Os anjos caídos como descritos nas escrituras podem também referir-se a seres banidos em nosso planeta, criaturas isoladas numa cominudade em formação como forma de penitência. E como por aqui se encontravam, por aqui sobreviveram, procriaram mistos com a raça humana e determinaram regras, modos de vida, punições, maldades ou bondades...
Se algumas coisa foi descrita, então é porque alguma coisa aconteceu. Se houveram descrições de visitas e conversas com entidades superiores em tempos ancestrais, é porque realmente houve algo. E por que não acreditar que antigamente outras espécies, talvez aqueles que nos colocaram aqui, estiveram aqui para nos observar e orientar, e utilizar este planeta para excretar suas personas non gratas na forma de "anjos caídos" tal qual os conhecemos?
A megalomania humana por vezes nos faz crer que estamos sozinhos no universo. Quanta besteira.
E por que ninguém mais conversa com anjos ou Deus ou deuses como se fazia antigamente? Talvez porque a experiência na "placa de ágar" tenha atingido um nível tal de auto-suficiência que tenha perdido o interesse, ou que esteja caminhando sozinha não necessitando de interferência externa mas somente de uma observação esporádica.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
MINHA IRMÃ SALVOU UM BICHO
Estávamos no carro quando percebemos o pequeno inseto.
Sempre fui a favor de não matar qualquer tipo de bicho. Salvo insetos e os devolvo à natureza, até mesmo aqueles que entram por engano na nossa casa, desviando-se de seus cursos naturais.
Tenho pena de qualquer bichinho. Só mato aqueles que nos fazem mal como por exemplo os pernilongos. Este texto pode parecer ingênuo, mas considero sério o fato de vivermos no lugar dos bichos, desmatando a natureza e destruindo seus habitats naturais, fazendo com que as espécies fiquem desorientadas e entrem em conflito conosco, sendo frequentemente exterminadas por nós.
Pois bem, percebemos dentro do carro o pequeno inseto. Minha irmã, comovida, logo tratou de armar um esquema para pegar o bicho. O objetivo era devolvê-lo à natureza. E deu trabalho. Ela cercou o inseto, tentou agarrá-lo, tomou cuidado com as asinhas, e depois de uns 40 minutos finalmente conseguiu segurá-lo com muita leveza para que nada de ruim ocorresse ao bichinho. Aí, tudo acontecendo muito rápido, antes que eu pudesse fornecer qualquer tipo de instrução, num golpe súbito de um lampejo de idéia, brilhantemente arquitetada - a idéia! - mais rápido do que o meu pensamento ou a minha fala, minha irmã abriu a janela e "libertou" o bicho!
Não fosse pelo fato de o carro estar a 120 Km/h, o ato teria sido belíssimo! Louvável!
O que vale é realmente a intenção.
Sempre fui a favor de não matar qualquer tipo de bicho. Salvo insetos e os devolvo à natureza, até mesmo aqueles que entram por engano na nossa casa, desviando-se de seus cursos naturais.
Tenho pena de qualquer bichinho. Só mato aqueles que nos fazem mal como por exemplo os pernilongos. Este texto pode parecer ingênuo, mas considero sério o fato de vivermos no lugar dos bichos, desmatando a natureza e destruindo seus habitats naturais, fazendo com que as espécies fiquem desorientadas e entrem em conflito conosco, sendo frequentemente exterminadas por nós.
Pois bem, percebemos dentro do carro o pequeno inseto. Minha irmã, comovida, logo tratou de armar um esquema para pegar o bicho. O objetivo era devolvê-lo à natureza. E deu trabalho. Ela cercou o inseto, tentou agarrá-lo, tomou cuidado com as asinhas, e depois de uns 40 minutos finalmente conseguiu segurá-lo com muita leveza para que nada de ruim ocorresse ao bichinho. Aí, tudo acontecendo muito rápido, antes que eu pudesse fornecer qualquer tipo de instrução, num golpe súbito de um lampejo de idéia, brilhantemente arquitetada - a idéia! - mais rápido do que o meu pensamento ou a minha fala, minha irmã abriu a janela e "libertou" o bicho!
Não fosse pelo fato de o carro estar a 120 Km/h, o ato teria sido belíssimo! Louvável!
O que vale é realmente a intenção.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
EU NÃO APRECIO
Não aprecio pessoas rabugentas.
(Obs: desde que meu pai me convenceu de que "odeio" é uma palavra deveras forte, tenho usado o "não aprecio", deixando o odeio para as verdadeiras porras às quais não seria possível usar outra definição).
Pois bem... Não posso deixar ressaltar a ogeriza que sinto ao me deparar com pessoas que se transformam no que tentam mediocremente fazer para chamar atenção. Como exemplo, vou recolocar o que havia falado anteriormente onde faço uma referência com louvor ao genial Carlos Queiroz Telles (ver http://depoiseagora.blogspot.com/2010/04/manual-do-cara-de-pau.html). Hoje estive pensando nos novos artistas, mas de uma forma geral devo ter pensado nos artistas medíocres sejam eles novos ou velhos. Pessoas que se transformam na profissão através de jargões utilizados globalmente pelos "wanna be", que almejam uma projeção dentro do doentio mercado midático propagandeando seus inexistentes dotes à qualquer - com muita ênfase: qualquer!!! - preço.
Putz, deu pra entender?
O que quero dizer é que não aprecio gente medíocre tentando aparecer à qualquer custo. E do jeito que a mídia invade hoje em dia, a gente é obrigado a conviver com isso.
Sendo assim, só posso fazer uma recomendação: VIVA A AUDIÇÃO SELETIVA!!!
(Obs: desde que meu pai me convenceu de que "odeio" é uma palavra deveras forte, tenho usado o "não aprecio", deixando o odeio para as verdadeiras porras às quais não seria possível usar outra definição).
Pois bem... Não posso deixar ressaltar a ogeriza que sinto ao me deparar com pessoas que se transformam no que tentam mediocremente fazer para chamar atenção. Como exemplo, vou recolocar o que havia falado anteriormente onde faço uma referência com louvor ao genial Carlos Queiroz Telles (ver http://depoiseagora.blogspot.com/2010/04/manual-do-cara-de-pau.html). Hoje estive pensando nos novos artistas, mas de uma forma geral devo ter pensado nos artistas medíocres sejam eles novos ou velhos. Pessoas que se transformam na profissão através de jargões utilizados globalmente pelos "wanna be", que almejam uma projeção dentro do doentio mercado midático propagandeando seus inexistentes dotes à qualquer - com muita ênfase: qualquer!!! - preço.
Putz, deu pra entender?
O que quero dizer é que não aprecio gente medíocre tentando aparecer à qualquer custo. E do jeito que a mídia invade hoje em dia, a gente é obrigado a conviver com isso.
Sendo assim, só posso fazer uma recomendação: VIVA A AUDIÇÃO SELETIVA!!!
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